21 de novembro de 2011

Errar, é questão humana

Nesse texto, você vai ver a palavra "erro" por seguidas vezes, pois é justamente disso que se trata:

foto: weheartit
Desde que nasci, sou contemplada com um tipo terrível de defeito que me persegue a cada dia em minha vida. Eu posso chamá-lo de: "a arte de cometer erros." Alguns dos meus erros eu deixo levar numa boa, pelo simples fato de estar me achando certas em determinadas ocasiões. Não que eu esteja certa todo o tempo e ache que com os meus erros eu irei desfrutar de aprendizados nos quais eu levarei para a vida toda, mas aí é que tá, de todos os piores erros que já cometi, nunca consegui tirar nada de proveitoso deles. Esses erros são mais fortes do que do que eu, martelam a todo o momento na minha cabeça. E é aí que eu entro na questão de arrependimento. Sim, arrepender-se faz parte, toda pessoa tem o direito, pois existem erros que custam uma vida, mas em questão dos meus, eles são devidamente praticados sem pensar, sem noção das consequências que virão no futuro. Talvez seja por isso que eu me magoo, imaginando como seria voltar atrás, e não ter cometido nenhum deles, para fazer tudo diferente. E claro, errar, mas como qualquer ser humano racional, ter plena consciência de que estou errando. Para fechar, essas palavras finais: "Errar, todo mundo erra. Mas a gente só percebe o quanto errou, ou tem errado a partir do momento em que passamos a nos arrepender."

Joyce Gabriella Barros

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