8 de junho de 2015

Sempre que der... Me leia











































Sempre que estiver desanimado, para baixo, confuso, me leia. E quando der, mande um sinal de vida de onde você estiver, só para eu ter a certeza de que você está bem. Não quero impor nada sob as nossas cabeças, mas queria que soubesse o quanto é raro o reconhecimento de duas almas, que sem pretensão, se toparam, a fim de marcar suas vidas para sempre, sabendo lutar por isso e viver internamente cada sorriso, cada palavra solta vinda do lado de dentro do coração abastecida de pureza, coisa que cá entre nós, conhecemos tão bem. Eu nunca vou esquecer daquela noite na qual você me falou das tantas coisas que queria pra nós, do pouco que a gente vive em relação ao que iremos viver, dos planos e segredos, dos pactos secretos e das juras noturnas que fizemos nos momentos mais lindos de amor... As palavras, os sonhos em comum, a vida... Somos parecidos de um jeito tão peculiar, ao mesmo tempo, tão nossos, que o que fica no fim disso tudo não é a distância que maltrata, mas sim o que nós fazemos e faremos dela. Nós somos fortes, somos pacientes, o tempo passa e o tempo fica, mas se estivermos juntos apesar de não estarmos lado a lado, a presença se tornará tão eficaz e eficiente, que saberemos lidar, e você sabe, se passarmos por essa prova, vento algum cessará o que está escrito nas estrelas. Meu amor é todo teu, não custa tentar apertar os nós, pegar em minha mão e irmos além...
Joyce Gabriella Barros.

Nenhum comentário:

Postar um comentário