17 de fevereiro de 2016

Tudo é ínfimo

Chicago, IL, USA - University Village: photo January 2 11:07am
Não dá pra descartar o prazer de viajar sozinha. Sozinha mesmo. Entrar em contato consigo e com o que é sentido acerca da definição de mundo. Mesmo que por um certo trecho, um curto espaço de tempo, algo que ressalte uma efemeridade. Tudo é ínfimoInclusive a sensação de infinitude no universo, olhar pela janela ouvindo aquela trilha sonora inspiradora, e viajar... mais ainda, pra dentro de si. 
Às vezes você só quer ouvir o silêncio que você mesmo diz, a solidão de um trajeto aliado à paisagens maravilhosas, que no meu caso, podem ser desde as do Agreste, até visão panorâmica da janela do avião acima das grandes metrópoles americanas, por exemplo, que proporcionam grandes reflexões. Acho que é isso, estar sozinho é se encontrar, é não precisar ou depender. É ir. E a cada experiência desse tipo, por mais que curta, como anteriormente citei, muitas vezes são necessárias. Lugares onde a própria existência e companhia bastam, são lugares para serem preciosamente desfrutados e adorados no mais íntimo dos silêncios, e essa apreciação deverá ser sempre intrínseca à quem a sente, pelo fato do descobrimento ser um processo de magnitude do espírito.
Joyce Gabriella Barros.

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